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Categoria: Colaborador 07/06/08 - Sábado postado na categoria Colaborador Artigo exclusivo do jornalista Cláudio Curado, comentarista da Rádio 730 e diretor da Mira Comunicação: O mês de junho, período em que os partidos deverão definir suas posições e realizar suas convenções partidárias, começou sem qualquer definição. Pelo menos em Goiânia. Esta foi uma semana de melancolia, demonstração de força, desistência e tensão na política na capital. O aspecto melancólico é a forma como está terminando a aventura da deputada federal Raquel Teixeira, do PSDB, em tentar se viabilizar como candidata a prefeita de Goiânia pela chamada base aliada do governo estadual. Após enfrentar o grave problema de uma condenação pelo Tribunal de Contas da União (ela foi condenada inicialmente a ressarcir o erário em 12 milhões de Reais, mas apresentou recurso que ainda vai ser julgado) e não conseguir sensibilizar seu partido, a deputada está tirando o time de campo praticamente abandonada pelos dirigentes partidários tucanos. Com isso, pela segunda vez o PSDB não terá candidato próprio à prefeitura da principal cidade do estado. A demonstração de força ficou com o PP, partido do governador Alcides Rodrigues. O Partido Progressista realizou um encontro em Goiânia para o qual trouxe o presidente nacional, senador Francisco Dornelles, e diversos deputados federais. A direção partidária colocou ônibus espalhados pela periferia da capital e praticamente encheu o Teatro Rio Vermelho, do centro de convenções, com gente disposta a aplaudir os caciques do partido e depois ganhar um almoço. Embora seja altamente condenável esta prática, que é corrente em praticamente todos os grandes partidos brasileiros, não deixou de ser uma exposição de força do partido que manda hoje no governo estadual. A candidatura de Sandes Júnior, pelo menos aparentemente, saiu fortalecida, muito embora o presidente estadual do partido, Sérgio Caiado tenha dito que candidato não se faz por decreto. Um claro recado ao correligionário pepista para que ele ande e converse mais, se quer ser o candidato único da base do governo. Ainda entre os aliados a novidade da noite de sexta-feira foi a desistência de Barbosa Neto. Ele preferiu continuar à frente da Agetur, pediu para seu nome não ser incluído no decreto de exoneração e é mais um que sai de cena, a exemplo do que já tinha feito anteriormente Vilmar Rocha (DEM). Barbosa Neto alegou a necessidade de continuar a executar ações importantes como a Casa do Turismo e a Vila Cultural para permanecer no executivo. Mas pesou mesmo foi o fato de não ter conseguido se viabilizar na base do governo como candidato único, como ele pretendia. A tensão fica com o PT. O Partido dos Trabalhadores decidiu, há mais de um mês, se aliar ao prefeito de Goiânia e bancar um nome para ser o vice de Íris Resende. Pois a briga interna para ser este nome tem criado momentos tensos entre os petistas. A ala que venceu o encontro, por apenas um voto de diferença, tinha durante toda a semana que passou dois nomes. O do ex-deputado estadual Paulo Garcia, que tem o apoio da tendência Articulação e o deputado estadual Luis César Bueno, do Movimento PT. Correndo por fora, numa articulação de parte do grupo que perdeu o encontro, estava o atual presidente do partido na capital, Luis Alberto de oliveira. A tendência, que deve ser confirmada hoje, é o candidato à vice ser Paulo Garcia, mas o partido chega novamente rachado e enfraquecido. O encontro que define oficialmente o nome do provável vice é neste domingo no Centro de Convenções de Goiânia. Todos os nomes cotados esperavam conseguir chegar a um consenso até o final do sábado, mas ninguém descarta uma nova disputa apertada durante o encontro do qual participam os 231 delegados eleitos anteriormente. Depois deste oito de junho o quadro sucessório em Goiânia começa a se definir com uma chapa completa com Íris e PT juntos. Eles terão o maior tempo de televisão, um candidato muito competitivo e grandes chances de vitória. Do outro lado continua a indefinição se a base do governador Alcides Rodrigues terá um candidato e quem será esta pessoa. Diante disso o atual prefeito deve estar sorrindo e pensando que a situação é cada vez mais favorável a ele.
05/01/08 - Sábado postado na categoria Colaborador Foi uma gritaria dos diabos. Parecia até que a mulher estava à beira de um ataque. Um chilique daqueles não podia ser por puro capricho de dondoca desocupada. Coisa boa não era! Quem não tem medo de cobra? E de polícia? E de Promotor de Justiça? Um ou outro pode até dar uma de corajoso e dizer que não tem, mas muita gente sofre um friozinho na barriga quando dá de testa com uma fera dessas. Assim começa conto do escritor Elson Gonçalves de Oliveira, que vem a ser meu pai. Sim, eu sei. Ele não tem culpa. Elson tem 11 livros publicados. O mais recente foi lançado em dezembro: Ana Paula nos tempos da Palmatória. Para ler o conto, clique AQUI.
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25/02/10
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