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Arquivo Mensal - Novembro/2007

01/11/07 - Quinta-feira

O impacto político da reforma administrativa

Nesta altura dos fatos pode-se dizer que a reforma administrativa no Estado é fato consumado. Alguma coisa vai acontecer, ou ainda, já começou a acontecer, com todos os senões e considerandos aí implicados. Tem-se apenas que se observar como ela, a reforma, se dará, em que medida, com que intensidade, coisas assim.

Mas a grande questão em aberto é outra: qual o impacto que a ação administrativa terá no ânimo da base aliada, e, por extensão, no jogo político no Estado.

Fato é que a reforma administrativa implicará em rearranjo de forças dentro do governo. Quem tem muito (cargos, diretorias, postos de comandos... (, poderá ficar com pouco, e quem tem pouco, tem possibilidade de aumentar seus tentáculos. Lembremos aí que o grupo político historicamente ligado ao governador ainda não chegou todo ao poder e que há muita gente para ser contemplada. É natural que, com uma máquina menor, alguém terá de perder para que estes aliados próximo possam ganhar.

Em resumo: como ficará a distribuição de fatias de poder depois das mexidas, depois dos enxugamentos? Como Alcides vai equilibrar as forças partidárias da base aliada na nova administração? Quem ficará satisfeito e quem ficará insatisfeito? E qual será o impacto disso nas eleições do ano que vem?

Este foi o tema do meu comentário hoje de manhã à  tarde na Rádio 730. Seguem os links:

Manhã:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=228

Tarde:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=231 

É isso.

Postado por Vassil Oliveira às 04:04 de 01/11/07.
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01/11/07 - Quinta-feira

Voto de qualidade? Que qualidade?

Nos programetes da Câmara de Goiânia nas rádios (bem feitos, não há dúvida), vereadores falam pouco, mas estão sempre falando uma mesma coisa: o eleitor precisa ficar atento e priorizar o "voto de qualidade" na eleição do ano que vem.

Assim: voto de qualidade, voto de qualidade, voto de qualidade, voto de qualidade... a repetição não tem fim.

Afinal, o que é mesmo "voto de qualidade"?

Seria o voto no vereador em questão (o que está falando)?

Uai, mas assim sendo, isso não configura pedido subliminar de voto?

Não é tentar induzir eleitor a acreditar que o vereador que fala o texto, potencial candidato à  reeleição, é "voto de qualidade" e, portanto, merece o voto dele no ano que vem? E quem está fora da Câmara e quer entrar mas não pode usar o mesmo espaço?

Convenhamos: tá todo mundo é de olho no voto, independente da 'qualidade' do candidato ou da 'qualidade' do eleitor.

Postado por Vassil Oliveira às 04:02 de 01/11/07.
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02/11/07 - Sexta-feira

Espertezas delegadas

"Os deputados governistas pediram ao secretário Jorcelino Braga (Fazenda) que faça a interlocução da Assembléia com o governador Alcides Rodrigues." É o que informa a coluna Giro de hoje, em O Popular (link para assinantes).

Estranho. Cadê os articuladores políticos do governo, Roberto Balestra e Fernando Cunha? E cadê o líder do governo na Assembléia, Helder Valin? Não seriam eles os mais indicados para tratar das questões políticas e de relacionamento deputados-governo?

Mais estranho ainda. Os deputados querem que Braga seja interlocutor deles "junto" ao governador Alcides Rodrigues, é isso mesmo? Mas não é Braga, junto com Alcides, o construtor das bases da reforma que vem aí?

Muita esperteza a desses deputados - eis o fato. Elogiam Braga e o governo de um lado, e o colocam na linha de tiro da responsabilidade para com eles. O que, por sinal, está traduzido nesta declaração de 'um deputado do alto clero', na definição da nota da coluna: "Jorcelino foi eleito nosso representante no governo. O pedido de Alcides não é lei delegada, mas autorização para fazer a reforma que depois precisará do aval constitucional da Assembléia. O governo tem ampla maioria para aprovar as mudanças, mas terá de negociar."

O esperto elogio ao governo: "Não é lei delegada."

Tá bom.

Postado por Vassil Oliveira às 14:01 de 02/11/07.
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02/11/07 - Sexta-feira

Lula e Iris, tudo a ver...

Está na edição de hoje do Diário da Manhã, com livre acesso (clique aqui):

"O prefeito Iris Rezende (PMDB) reuniu-se na tarde de ontem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Palácio do Planato, em Brasília, para reivindicar recursos estimados em cerca de R$ 100 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) a serem utilizados na construção de sete viadutos e na duplicação do trecho urbano de sete quilômetros da GO-60, saída da Rio Verde, em Goiânia." 

Bom, aí uma notícia administrativa. Na matéria de O Popular (notícia completa, só para assinantes), há uma informação política de alta conta: "O presidente também expressou o desejo de ver a possível parceria entre PMDB e PT estendida aos demais partidos que o apóiam no Congresso. A base nacional de sustentação inclui, além das duas legendas, o PP do governador Alcides Rodrigues, PTB, PR, PSB e PC do B, entre outras. Em Goiás, esses partidos fundaram em março, durante passagem do presidente por Anápolis, o chamado Fórum Político de Apoio ao Presidente Lula e em Defesa de Goiás. A articulação rendeu, entre outras ações, a nomeação do ex-senador Maguito Vilela para a vice-presidência de Governo do Banco do Brasil."

Fatos:

1 - Quanto mais Lula e Iris Rezende se aproximam, mais longínquo fica o sonho de algumas alas do PT goiano de lançar candidato próprio à  Prefeitura de Goiânia no ano que vem. O PT goiano está dividido, não conversa internamente e portanto não se articula. Pior, bate cabeça. E nos bastidores os seus integrantes brigam feio entre si, com ações que mais parecem ações de inimigos figadais. Do jeito que a coisa está, mesmo que o PT lance candidato no ano que vem, será uma candidatura com credibilidade minada. Este, por sinal, foi o tema do meu comentário desta manhã (2.11.07) na Rádio 730. (link para o comentário AQUI).

2 - Lula insiste: quer o PP com PMDB e o PT. Ou seja: mais lenha na fogueira da tese de que o presidente tenta e alimenta a esperança de rompimento entre o governador Alcides Rodrigues (PP) e o senador Marconi Perillo (PSDB).

Postado por Vassil Oliveira às 14:33 de 02/11/07.
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02/11/07 - Sexta-feira

Cuidado: (des)articuladores em ação!

Ivan Mendonça informa, em sua coluna Linha Direta desta sexta, 02.11.07, que os secretários estaduais Fernando Cunha e Roberto Balestra, que teoricamente cuidam da articulação política do governo, e o presidente estadual do PSDB, Leonardo Vilela, vão se reuniu na segunda-feira para tratar de sucessão municipal. Abaixo, a informação completa (AQUI, link para a coluna - de leitura diária mais do que necessária e obrigatória para quem acompanha a política goiana -, com acesso livre):

Responsáveis pela articulação política do governo de Alcides Rodrigues, os secretários Fernando Cunha (PSDB) e Roberto Balestra (PP) combinaram conversa franca para a próxima segunda-feira com o deputado Leonardo Vilela, novo presidente regional do PSDB. O objetivo é discutir os primeiros critérios para escolha de candidatos da base aliada em Goiânia e interior, além da busca de um pacto de convivência onde a disputa for inevitável. Segundo Fernando Cunha, a ordem inicial é eleger o maior número de prefeitos, preservar a hegemonia da base governista e garantir um forte exército para a eleição de 2010. Para Balestra, o adversário comum é o PMDB e recomenda vista grossa até mesmo às alianças com o PT. "Em Inhumas (lembra ele (, o PT indicou David Isaias para vice do prefeito Abelardo Vaz e a parceria tem dado resultados administrativos." Por sugestão de Leonardo Vilela, as conversas serão separadas, a despeito de Fernando e Balestra terem gabinete no mesmo andar do Palácio Pedro Ludovico.

Duas perguntas:

a) Por que reuniões separadas de Leonardo, uma com Balestra e outra com Fernando Cunha?

Lembremos que Cunha também é do PSDB e está em baixa no governo. A reunião, se ocorrer mesmo, recoloca-o na ordem do dia da articulação e 'batiza' Leonardo como interlocutor tucano para a sucessão.

a) Por que os presidentes dos outros partidos da base aliada (PR, PTB, PP, DEM...) não foram convidados para a reunião?

Isso, definitivamente, não é articulação que una uma base aliada. Está mais para o contrário. Ação destastrosa.

Falei sobre isso o comentário da tarde na Rádio 730 (link AQUI).

É isso.

Postado por Vassil Oliveira às 14:34 de 02/11/07.
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05/11/07 - Segunda-feira

Semana começa tensa na base aliada

O noticiário desta segunda-feira, 5.11.07, aponta dias não muito calmos pela frente na base governista.

Na coluna Giro, de O Popular (AQUI, para assinantes), três notas colocam em questão quem, afinal, é o interlocutor do governo na Assembléia Legislativa. A falta deste interlocutor é antiga. Na semana passada, agiu como tal o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, mas não é função dele isso - como é que os parlamentares vão negociar, por exemplo, cargos com o chefe do cofre, que quer é cortar gastos? Isso se faz com política, política altamente questionável, mas política... Em outra coluna, a Fio Direto, do Diário da Manhã (AQUI, com acesso livre), o deputado federal Carlos Alberto Leréia questiona o presidente recém-eleito de seu partido, o PSDB: cadê as explicações sobre seu (de Leonardo) "envolvimento ilícito" com ONGs?

Isso sem falar na expectativa da reforma do governo estadual, que está deixando muita gente com os nervos à  flor da pele.

Anfim, a semana promete.

Este foi o tema abordado por mim hoje de manhã no comentário para a Rádio 730. A seguir, o link para o comentário:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=232

É isso.

Postado por Vassil Oliveira às 02:44 de 05/11/07.
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05/11/07 - Segunda-feira

Vice pra quê?

A análise é do jornalista Afonso Lopes, esta semana, no Jornal Opção (AQUI, acesso livre): Necessários antigamente, hoje a figura dos vices se tornou gasto inútil, desnecessário e politicamente bobo.

Eis a abertura do artigo de Afonso:

O exemplo mais recente aconteceu na semana passada aqui em Goiás. O governador Alcides Rodrigues passou o cargo para o vice Ademir Menezes e se mandou para a Suíça, onde assistiu o Brasil ganhar o direito de sediar a Copa do Mundo de 2014. Ademir ficou três dias pra lá e pra cá, sem ter o que fazer para passar o tempo. Nem quis opinar sobre a reforma administrativa que o governador quer implantar. Aí entra a pergunta: pra que existe vice, seja ele de prefeitos, governadores ou de presidente da República?

Para Afonso, nem União, nem Estados, nem municípios precisam de vice. Eis a questão.

Postado por Vassil Oliveira às 02:54 de 05/11/07.
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05/11/07 - Segunda-feira

Como vencer uma eleição em Goiânia

Reportagem da Tribuna do Planalto (AQUI, acesso livre) os ex-prefeitos de Goiânia Darci Accorsi, Nion Albernaz, Pedro Wilson e o atual prefeito, Iris Rezende, contam como venceram suas eleições. Hoje, como se sabe, a grande questão é saber como derrotar Iris, favorito á reeleição.

Nos últimos 15 anos foram quatro eleições e quatro prefeitos eleitos com diferentes perfis. Este quadro mostra que a característica principal das eleições para prefeito de Goiânia é não ter uma tendência natural, destaca a reportagem, assinada por Eduardo Sartorato.

Link direto AQUI.

Postado por Vassil Oliveira às 03:00 de 05/11/07.
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05/11/07 - Segunda-feira

O plágio da Martin Claret

Sou testemunha. Não é de hoje que o jornalista Euler de França Belém, editor do Jornal Opção, chama a atenção para plágios de tradução feitos pela editora Marin Claret. Neste domingo (04,11.07), a Folha de S. Paulo traz ampla reportagem sobre o assunto. E dá crédito a Euler:

Coincidência impossível - "A República", de Platão (428/27 a.C. - 347 a.C.), saiu neste ano pela Martin Claret com tradução assinada por Pietro Nassetti. O repórter Euler de França Belém mostrou na edição de 14 de outubro do jornal "Opção", de Goiânia, que o texto é uma "adaptação" -com mudanças de palavras para ficar mais "acessível"- da tradução de Maria Helena da Rocha Pereira, uma das maiores especialistas portuguesas em Grécia Antiga. A Folha confrontou os dois livros e comprovou que as diferenças são insignificantes, coincidência impossível no caso de uma tradução tão complexa. O livro da Fundação Calouste Gulbenkian foi lançado em Portugal em 1972 e está na 10ª edição.

AQUI, link para a reportagem para quem é assinante da Folha.

Postado por Vassil Oliveira às 03:07 de 05/11/07.
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05/11/07 - Segunda-feira

Goiânia, o trunfo do PMDB

O jornalista Reynaldo Rocha chama a atenção em O Sucesso desta semana:

O PMDB está certo de ter toda a possibilidade de reeleger o prefeito Iris Rezende e assim reforçar suas condições para a disputa de 2010, quando vai tentar a volta ao governo do Estado. Para isso, no entanto, precisa se afirmar também no interior, ou nas maiores cidades do Estado, para enfrentar o que constitui a base principal do patrimônio do senador Marconi Perillo, virtual candidato a governador, que é a posição de sólido prestígio no Estado afora, a se ver a histórica votação obtida no ano passado. Mas são a obra de Goiânia e o favoritismo de Iris os trunfos maiores para o êxito nessas duas próximas caminhadas.

Para ir direto à  análise completa de Mestre Reynaldo basta clicar AQUI. Vale a pena.

Postado por Vassil Oliveira às 03:14 de 05/11/07.
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05/11/07 - Segunda-feira

Lúcia Vânia vem aí

Nota da coluna Linha Direta, assinada por Filemon Pereira, na Tribuna do Planalto:

Briga por espaço sempre foi uma marca da senadora Lúcia Vânia (PSDB). Não fosse a fama de brigona, a tucana certamente não estaria hoje no Senado. Em 1998, Lúcia bateu o pé para conseguir a vaga de candidata. Nos últimos anos ela tem se mantido independente do grupo 'marconista', até com críticas ao senador, mas nunca rompeu. Fora de Goiás, Lúcia tem igual ou maior prestígio que Marconi junto à  cúpula do PSDB. Basta lembrar que a tucana foi secretária (com status de ministra) no governo de Fernando Henrique. Apesar de disputa por espaço no diretório também não ser novidade, o último episódio foi emblemático: soou como uma pisada no calo da senadora. Leonardo Vilela, atual presidente do partido, e Carlos Alberto Leréia (ambos são unha e carne com Marconi) já falaram da vontade de disputar uma cadeira de senador em 2010. Até aqui, o PSDB não demonstra dar a ela o mesmo direito natural que dá a Marconi na disputa pelo governo. Hoje, Lúcia Vânia tem três caminhos: 1) ela sai do partido, o que é pouco provável; 2) fica em Brasília e começa a medir forças com Marconi junto à  direção tucana, uma forma de se garantir no melhor estilo Caiado; 3) deixa de priorizar o DF e foca Goiás (com direito ao confronto com os 'marconistas'), o que é mais provável. Detalhe: quem tem hoje maior proximidade com o governador Alcides Rodrigues e o grupo pepista, Lúcia ou Marconi?

Mais Linha Direta AQUI.

Postado por Vassil Oliveira às 03:21 de 05/11/07.
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05/11/07 - Segunda-feira

Nem só de erros gramaticais vivem os políticos

Eduardo Horácio está de volta. De volta com atualizações em sua página, o Jornalx. Já há várias notícas/análises novas postadas lá. Na mais recente, ele comenta reportagem deste domingo, 04.11.07, de O Popular sobre erros gramaticais de políticos goianos. Diz Eduardo:

Sinceramente, vereadores e deputados têm muitos problemas. Se a educação pública vai mal, certamente é porque sobra corrupção, autoritarismo, visão anti-republicana e falta de transparência nas casas legislativas. E não porque vereadores e deputados falam mal.

AQUI, link direto para o Jornalx.

Postado por Vassil Oliveira às 03:55 de 05/11/07.
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07/11/07 - Quarta-feira

Raquel Teixeira: "Estou no jogo"

A deputada federal Raquel Teixeira (PSDB) admitiu há pouco, no programa Cá Entre Nós, da Rádio 730, que é pré-candidata à  Prefeitura de Goiânia. "Estou no jogo", disse ela, sem rodeios. Raquel contou que a decisão foi tomada há cerca de uma semana. Falou ainda que vai agora se concentrar em organizar o seu "exército" e "armar a estratégia" para a "guerra eleitora" do ano que vem.

A deputada afirmou mais: o PSDB não abre mão de candidatura própria na Capital.

Ouça a entrevista:

http://www.radio730.com.br/?ver=vernoticia&id=2491

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Postado por Vassil Oliveira às 03:59 de 07/11/07.
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07/11/07 - Quarta-feira

Berzoini em Goiânia

O presidente do PT, deputado federal Ricardo Berzoini, disse em Goiânia que o diretório nacional não vai interferir nas alianças nos municípios. Ao contrário, vai respeitá-las. Isso, naturalmente, vale para Goiânia, Aparecida e Anápolis. Berzoini, em entrevista exclusiva à  Rádio 730, falou desse assunto e também sobre aliança do PT com o governo estadual.

A seguir, link para a entrevista de Berzoini na Rádio 730:

http://www.radio730.com.br/?ver=vernoticia&id=2490

O presidente petista esteve na capital goiana nesta segunda-feira, 5. Veio pedir votos dos para a sua reeleição no comando do partido. A eleição está marcada para o dia 2 de dezembro.

Postado por Vassil Oliveira às 04:09 de 07/11/07.
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07/11/07 - Quarta-feira

Não há mais motivo para adiar a reforma

Cheque em branco, carta branca, o que for: agora não há mais razão, ou desculpa, para o início da reforma do governo estadual. E se não começar logo a mexer na estrutura, o governo correrá sério risco de padecer de descrédito acumulado por anunciar algo que nunca sai do papel. Pior: criará clima negativo para algo que, por enquanto, tem uma expectativa positiva.

Este foi o tema do comentário desta manhã na Rádio 730 - para ouvir, clique AQUI.

O governador Alcides Rodrigues armou uma armadilha para ele próprio ou então finalmente conseguiu dar largada ao governo que poderá chamar de seu.

Postado por Vassil Oliveira às 05:04 de 07/11/07.
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07/11/07 - Quarta-feira

Crise no PSDB e reforma em votação

Por problemas técnicos, alguns comentários para a Rádio 730, citados neste blog, ficaram sem link. Estou corrigindo. Já estão lá os links dos seguintes comentários:

1 - Lula e Iris, tudo a ver

2 - Cuidado: (des)articuladores em ação

3 - O impacto político da reforma administrativa

4 - Semana começa tensa na base aliada

Vão aí também os acessos aos dois comentários desta terça, 6.

Manhã, na Hora da Verdade:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=236

O assunto: a crise no PSDB, que parece não ter fim.

Tarde, no Jonal 730:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=235

O assunto: expectativa em relação à  votação na Assembléia Legislativa da 'carta' ou 'cheque' em branco para o governo estadual fazer a sua reforma administrativa.

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Postado por Vassil Oliveira às 07:08 de 07/11/07.
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07/11/07 - Quarta-feira

Iris elogia Raquel. Tem seus motivos

O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), foi só elogios à  deputada federal Raquel Teixeira (PSDB) ao saber que ela assumira, em entrevista à  Rádio 730, que quer disputar com ele a Prefeitura no ano que vem. Chegou a dizer que tem "afeto" por ela.

Iris também fez rasgados elogios à  democracia, que propicia muitas candidaturas, algo bom, segundo ele, e que, por isso mesmo, permite ao eleitor variedade de escolha na hora de votar.

Sim, uma defesa e tanto. Mas, claro, carregada de esperteza: muitas candidatura, neste caso, significa divisão da base aliada contra ele. Iris, enfim, não dá ponto sem nó.

Esta a base do comentário da tarde, no Jornal 730. Para ouvir, clique AQUI.

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Postado por Vassil Oliveira às 13:43 de 07/11/07.
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08/11/07 - Quinta-feira

Definindo (o)posições

Há uma conta política para ser feita com os últimos acontecimentos em Brasília.

O senador Marconi Perillo (PSDB) fechou questão contra a votação da prorrogação da CPMF. Ontem, fez até discurso-factóide, bem ao estilo que imortalizou na província goiana, listando 45 (ai, meu Deus! Já não bastava passagem de ônibus a R$ 0,45...) motivos para se votar contra ela. Marconi está cada vez mais na oposição radical a Lula.

O senador Demóstenes Torres - embora em fase de reaproximação com a base aliada de Alcides e de diálogo com o governo Lula - também está contra, seguindo orientação fechada de seu partido, o DEM.

A favor de uma negociação com o governo federal, por isso disposta a votar pela manutenção da CPMF, está a senadora Lúcia Vânia (PSDB). Lúcia defende ponderação, dadas as consequências para as contas públicas da eliminação abrupta da CPMF, aliás criada no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso.

A favor também está o governador Alcides Rodrigues (PP), na tese de que, para o(s) Estado(s), a CPMF é um mal necessário, sem falar que não é hora de se opor a Lula, tão disposto a direcionar recursos do PAC para Goiás.

Resultado: com três senadores a seu favor, Alcides só pode contar mesmo com o voto de um.

Resta saber: assim será sempre?

Aí me lembro dos tempos em que o discurso contra o PMDB daqui era o de que Goiás precisava eleger aliados - e elegeu: primeiro, dois; depois, mais um - para o Senado porque lá só havia opositores do governo, na época tucano no Estado e na União, e que isso era prejudicial aos interesses dos goianos etc. etc. etc. e tal.

Postado por Vassil Oliveira às 07:08 de 08/11/07.
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08/11/07 - Quinta-feira

Hora e vez das mulheres?

E as mulheres, vão ou não vão ocupar 50% dos cargos no primeiro escalão do governo estadual, como prometeu o governador?

Cumprir a promessa seria um ponto positivo para o governador Alcides Rodrigues (PP). Quem sabe ele abriria caminho definitivamente para termos uma mulher no comando da prefeitura da capital e do governo do Estado.

Este o tema do comentário de hoje de manhã na Rádio 730 (Hora da Verdade). Para ouvir, clique AQUI.

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Postado por Vassil Oliveira às 07:06 de 08/11/07.
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11/11/07 - Domingo

Reforma nas bases políticas

A seguir, artigo que saiu no Diário da Manhã de sábado, 9.11.07, sobre a reforma anunciada pelo governo de Goiás dois dias antes. (AQUI):

Cumpriu-se o prometido. A reforma anunciada pelo governo tem a medida exata do infortúnio vivido pelo Estado, segundo, claro, a percepção criada nas últimas semanas pelo próprio governo a respeito da situação financeira que herdou (uma situação de quase falência da máquina pública. Neste ponto, não há o que falar, a não ser que se cumpriu também o que poucos acreditavam que seria cumprido: a disposição de tomar medidas duras, e não de promover maquiagem política, como de costume nessas ocasiões.

Passada a perplexidade inicial, a pergunta imediata que mais se ouviu, de políticos e jornalistas, foi esta: terá o governador Alcides Rodrigues (PP) peito para de fato levar até o fim o que se propõe, diante da reação negativa na base aliada que as mexidas tendem a provocar? A melhor resposta talvez seja uma outra pergunta: terá coragem o governador, depois de criar a expectativa que criou e anunciar o que anunciou, de recuar por pressão, sendo que nessas hora pressão é uma reação altamente previsível?

Argumento lógico é o de que a desmoralização no recuo seria maior que qualquer outra. Mas nem é preciso ir por aí. O comportamento do governador nos últimos meses (mais certo dizer: na sua vida política (é o melhor avalista para o futuro desenhado. Não há dúvida de que ele marcou um rumo e, até agora, tem-se mantido nele, doa a quem doer. Por que seria então diferente? A questão fundamental neste momento é outra. É saber o que fará o senador Marconi Perillo (PSDB).

Inegável que o diagnóstico do governo joga sobre o finado Tempo Novo, marca identificadora de seus dois governos, a grande responsabilidade pelos males do Estado. São, mostra este diagnóstico, quase R$ 21 bilhões de dívida, muito mais do que se ouviu Marconi propagar. Sem falar nos prejuízos (é que se pode entender do que foi anunciado (, que a farra dos incentivos fiscais provocou nos cofres públicos, e na demagógica compulsão para aumentos deliberados ao funcionalismo (nada contra aumentos, mas quanto à  forma). Tudo feito nos últimos oito anos.

No PMDB, a avaliação da manhã seguinte ao anúncio da reforma era a de que o rompimento entre Alcides e Marconi já não se configurava mais "iminente", e sim "incontestável". Há aí, evidentemente, muito mais torcida do que avaliação isenta. Marconi poderá alegar em sua defesa que tocou seus governos em co-responsabilidade com o próprio Alcides, seu vice nas duas vezes. Mas sabe-se que esta é apenas uma verdade conveniente.

O senador exerceu o poder em sua plenitude. Não dividiu senão, um pouco, com os seus (e seria coincidência que justo os seus sejam os que mais perdem espaço na nova ordem administrativa?). Portanto, argumento será frágil.

Não consta que Alcides revele o duro painel financeiro do Estado só para espezinhar Marconi, "provando" que os dois estão verdadeiramente em rota de colisão. Não é de seu feitio. Mais indica fazer o que acredita ter de fazer. Se assim entender o senador, poderá relevar agora tudo e deixar, com astúcia, por exemplo, para reagir lá na frente, depois das eleições municipais. Mas se decidir romper agora, inevitavelmente tornará mais ampla, e acelerará, a nova ordem política que se forma em Goiás. Uma ordem que não está mais polarizada em base aliada x PMDB. Uma outra história.

E não tenhamos dúvida: se o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, é o técnico em ação, o articulador político do governo não terá de ser outro senão o próprio governador. Principalmente aos dois caberá o ônus e caberão os bônus. Quanto aos aliados que ficarem com o governador (entre os quais os da Assembléia Legislativa, que deu o aval para a reforma (, impõe-se a questão: melhor um governo fraco em ano de eleição ou um governo fortalecido e em obras, ainda que o sacrifício no curto prazo seja o corte na carne?

Se a resposta for pela segunda parte da questão, logo se haverá de concluir: os aliados são homens de fé. Deus e o governador os projetam.

Postado por Vassil Oliveira às 15:02 de 11/11/07.
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11/11/07 - Domingo

O teor da reforma anunciada

A reforma anunciada pelo governo de Goiás foi também tema do comentário da manhã para a Rádio 730. Eis o link:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=240

À tarde não houve comentário. Na hora, eu e Altair Tavares estávamos entrevistando o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, para a rádio. Na entrevista, ele fala sobre os próximos passos da reforma e afirma que as medidas, consideradas duras, são necessárias para ajustar as contas do Estado. Jorcelino Braga responde ainda a questionamento sobre o impacto político da reforma. Para ouvir, acesse:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=vernoticia&id=2506

A página da Rádio 730 na internet tem o resumo da apresentação da reforma preparado pelo secretário. Para ir direto ao ponto:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=downloads

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Postado por Vassil Oliveira às 15:12 de 11/11/07.
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12/11/07 - Segunda-feira

Governo começa agora? Por que?

O secretário Extraordinário do Estado de Goiás, deputado federal Roberto Balestra (PP), disse neste domingo, 11, em entrevista ao Diário da Manhã ( acesso AQUI) que o governo Alcides Rodrigues (PP) está começando agora, com o anúncio das reformas.

"Alcides havia tomado posse, mas só agora vai assumir. Até então, disse 'não' todo o tempo aos companheiros. Explicou que não tinha de onde tirar recursos. Pedia aos aliados que aguardassem. Agora, na medida que o governo alcançar o equilíbrio entre receita e despesa, será possível atender aos companheiros como um todo", diz Balestra.

Certo. Duas questões:

1 - por que demorou tanto - ele assumiu o governo em abril do ano passado e, reeleito, tomou posse na virada do ano para um segundo mandato - a começar?

2 - em todo caso, se as medidas tivessem sido anunciadas em dezembro, ou janeiro, o que teria acontecido? Foi 'menos pior' agora?

Este o tema do comentário desta segunda-feira, 12, na Rádio 730. Para ouvir:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=241

A questão é: o anúncio foi feito, o remédio é amargo, mas como será aplicado? É isso que vai determinar o futuro do governo.

Postado por Vassil Oliveira às 16:09 de 12/11/07.
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12/11/07 - Segunda-feira

Histórias para ninar velhos

Vale a pena ler o artido do jornalista Batista Custódio desta segunda-feira, 12, no Diário da Manhã, com o mesmo título acima.

"Só a crise econômica abala governo. Mas ela não é contornada através dos gestores da economia e, sim, da articulação política. Foi o que o presidente Lula fez para vencer e sair fortalecido do episódio do Mensalão", diz ele, entre muitas outras coisas.

Para ir direto:

http://www2.dm.com.br/digital/index.php?edicao=7311

Não há dúvida: a concepção da reforma do governo estadual é técnica, mas sua implementação será inevitavelmente política. Ou ainda: passará por aí.

Postado por Vassil Oliveira às 16:23 de 12/11/07.
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12/11/07 - Segunda-feira

Mensagem de Jorge Taleb

"Mensagem a um amigo" é o título de um belo artigo do Jorge Taleb publicado no DM (acesso ao original AQUI). Não dá pra não ler. Nem para deixar de publicar, mesmo sem lhe pedir autorização - ou ao amigo em questão. Aliás: "A bênção, Taleb."

Mas leia, não perca tempo: "Como você sabe, de quinze em quinze dias, venho me submetendo à  quimioterapia. É um tratamento que derruba qualquer um. Há quase seis meses que me sinto como em prisão domiciliar, extremamente limitado para sair. Sua mensagem me obriga a essas referências, para justificar minha ausência nela cobrada.

Assim, ganho tempo para ler mais, também em resposta a suas perguntas. Os últimos lidos: Código da Vida (Saulo Ramos), 1808 (Laurentino Gomes), O Guia do Imperador (Marco Aurélio - o próprio), 100 Discursos Históricos Brasileiros (Carlos Figueiredo), A Primeira Viagem, ao Redor do Mundo (O Diário da Expedição de Fernando de Magalhães (Antonio Pigafetta) e Histórias do New York Times (uma seqà¼ência de textos sem graça).

Estou lendo quem você não aprecia, mas, por conhecê-lo pessoalmente e até tê-lo como amigo, estabeleço uma relação mais profunda entre autor e obra. Trata-se do último livro de Mario Prata, Cem Melhores Crônicas (que são, na verdade, 129). Leia-o sem qualquer prevenção. Vai gostar (não deixe de ler a crônica Eu e o doutor Bráulio).

Permita-me comentar mais sobre o Prata. Conheci-o pessoalmente em 1999 (já mantínhamos contatos telefônicos), quando, ocupando a Secretaria de Comunicação do governo do prefeito Nion Albernaz, o convidei para participar do aniversário de Goiânia. Meu objetivo era uma tentativa de modificar aquela matéria negativa publicada pela Veja ("Caviar com Pequi"), na qual algumas figurinhas pouco representativas, mas arroz-de-festa, deram alguns palpites ridículos sobre Goiânia.

Você sabe: os editores dos grandes jornais raramente deixam esfriar o assento de suas cadeiras e pouco conhecem do Brasil, além do Triângulo Nacional das Bermudas: Rio, São Paulo e Belo Horizonte. Por tais razões, são destaque em suas publicações os temas mais polêmicos e negativos sobre o restante do País, como o tal "Caviar com Pequi".

Prata ficou aqui três dias. Conheceu e manteve vários contatos. Ele teve a liberdade de se movimentar como quisesse (foi ao Serra Dourada assistir ao jogo do Goiás contra o Vila Nova e voltou afirmando, provocador, que acabara de se tornar torcedor colorado). À noite, na Praça Cívica, viu a apresentação de nossa Orquestra Sinfônica e um espetáculo de fogos de artifício que complementava os acordes de 1812, de Tchaikovsky, na parte referente aos disparos de canhões. No final, ele confessou sua emoção com o espetáculo, em cujo programa ainda constavam, entre outras, O Guarani (Carlos Gomes) e Bolero (Ravel). (Este é o e-mail mais longo que já escrevi, mas abusarei de sua paciência).

É momento de concluir: levei Prata ao aeroporto para as despedidas. Não é que, no momento de embarcar, ele, com seu jeito sem frescuras, me dá um abraço e diz: "Sinto como se fôssemos amigos há trinta anos...".

Na terça-feira seguinte, ele me liga: "Leia minha crônica de amanhã no Estadão." Lá estava o que de mais lindo alguém de fora escreveu sobre Goiânia. O título da crônica: "O Sonho Azul de Dom Bosco".

Esse é o Mário Prata que eu gostaria que você conhecesse, muito além de sua apreciação sobre o livro Purgatório. Fui longe demais. Desculpe-me. Depois falaremos sobre os livros que aguardam leitura.

Grande abraço e, se Deus quiser, até breve.

Postado por Vassil Oliveira às 16:36 de 12/11/07.
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15/11/07 - Quinta-feira

A esperteza confirmada do PMDB

O PMDB não reage como oposição às mudanças anunciadas pelo governador Alcides Rodrigues (PP). A esperteza: pra que brigar se a própria base aliada está brigando entre si? Neste caso, é melhor apostar no racha da base aliada. O PMDB não tem dúvida de que a divisão na base do inimigo só vai piorar. Esta a base do comentário na Rádio 730 do dia 12.11.07 à  tarde.

Para acessar:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=243

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Postado por Vassil Oliveira às 14:58 de 15/11/07.
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15/11/07 - Quinta-feira

PMDB quer Iris no interior

A cobrança é antiga: os peemedebistas querem o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, como cabo eleitoral nas eleições municipais.

Mas como imaginar Iris no interior com a campanha da reeleição na capital? Bem, ele pode muito bem ser um bom cabo eleitoral mesmo sem andar pelo interior. Basta que vá bem como prefeito e que continue como favorito para se reeleger. Basta que continue inspirando perspectiva de poder em 2010, no caso de, eleito em Goiânia, disputar o governo do Estado mais uma vez.

A perspectiva de poder é o maior cabo eleitoral possível. Este o comentário da manhã desta quinta-feira, 15.11.07, na Rádio 730. Ouça:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=245

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Postado por Vassil Oliveira às 15:05 de 15/11/07.
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15/11/07 - Quinta-feira

PMDB e o dilema sucessão em Anápolis

PMDB não vai ter vida fácil na disputa em Anápolis.

Será mesmo Frederico Jayme o candidato do partido? E como ficam as críticas dele ao prefeito Iris Rezende? Frederico, vale lembrar.

Ouça o comentário na Rádio 730 desta quinta-feira, 15:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=247

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Postado por Vassil Oliveira às 15:08 de 15/11/07.
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15/11/07 - Quinta-feira

Os tempos são outros em Goiás

Eis ensaio (acesso direto AQUI) publicado na Tribuna do Planalto deste domingo, 11, com o mesmo título acima e esta chamada:  Reforma destrói mito do governo perfeito de Marconi Perillo e sepulta a aliança de uma base que nunca mais será a mesma

O chamado "Tempo Novo" já tinha acabado. Estava morto. Agora está morto e sepultado, com o anúncio da reforma administrativa do governo Alcides Rodrigues (PP). A reforma coloca em xeque os dois governos de Marconi Perillo (PSDB), de quem Alcides foi vice até o ano passado. Mais: desconstrói o mito de governo marconista revolucionário. Chega também ao último suspiro em Goiás uma era de disputas políticas polarizadas por dois grupos: o formado pela atual base aliada governista e o puxado pelo PMDB do prefeito de Goiânia, Iris Rezende. É o fim da história para um campeonato de clássico único: Iris x Marconi.

Depois da ditadura e antes de 1998, reinaram no Estado os peemedebistas. De lá para cá, os aliados - PSDB, DEM, PP e PTB, mais o PR, que em certa estratégica hora mudou de lado - é que têm dado as cartas. No futuro, os grupos fatalmente serão outros, porque outros são os interesses em jogo. A nova configuração de forças não está fechada. Está em formação. E não há ideologia que lhe dê razão. Há objetivos. Há vontade de poder. Há perspectiva de poder para todos os lados.

A reforma do ex-vice sepulta a unidade como ela tem-se mantido, porque consolida a idéia de herança maldita deixada pelo tucano, e porque recrudesce de vez, ainda que na resistência dos bastidores, uma disputa não mais surda e muda entre alcidistas e marconistas. Muitos anseiam pela liderança de Marconi; porém muitos outros a renegam. Fato que soma à  perspectiva natural de poder em 2010 o fator resistência a um novo mandato para o ex-governador é a sanha pelo que se terá: uma vaga para o governo, duas para o Senado e 17 cadeiras na Câmara dos Deputados.

A divisão de forças aliadas já não é mais negada nem nas declarações oficiais. No máximo, tenta-se inutilmente omitir a guerra interna. E o que parecia inimaginável, torna-se viável. Os inimigos podem ser novos amigos. Há semanas o presidente Lula defende abertamente a aliança, no Estado, entre o seu PT, o PP e o PMDB. E ela não é renegada por nenhuma das partes. Basta uma conversa reservada com os líderes de ponta dessas legendas para se perceber que um linha, além da vontade do presidente, os une: a possibilidade de derrotar ou ao menos refrear o apetite por poder de Marconi Perillo.

Iris já foi Marconi

Em um passado distante, Iris Rezende inspirava sentimento parecido, de amor e ódio, em igual intensidade. Foi derrotado pelo jovem Marconi Perillo, escolhido candidato quase por exclusão, no entanto sustentado por uma aliança política que só não era inédita porque, dois anos antes, tinha feito prefeito o tucano Nion Albernaz, e que se provaria alicerce eficaz para qualquer nome, desde que unida. Hoje, Iris navega sem o ranço de outrora em um partido que não está mais cego pelo poder. É o oposto do que era, assim como Marconi. E o PMDB tem mais a ganhar do que a perder.

Para 2010 é mais fácil imaginar PMDB e PR juntos do que PSDB e PR amarrados. Não é segredo para ninguém a aversão do presidente republicano, deputado federal Sandro Mabel, pelo ex-colega tucano, que o colocou no centro do mensalão em nome de uma ética que não titubeou, pouco antes, em cooptar prefeitos de um partido aliado, o DEM, apenas para que fosse marcada posição imperial de um governante contra o seu presidente, o deputado federal Ronaldo Caiado.

Pura reafirmação de força e de poder. E o que esperar de um aliado que, inesperadamente, manda para Aparecida de Goiânia, onde o PR (de Mabel, mas também do vice-governador, Ademir Menezes, e do prefeito, José Macedo) tem hegemonia, um de seus principais seguidores obedientíssimos, complicando uma aliança que, em tese, nem deveria ser posta em questão? Não foi o que fez este ano o PSDB, com a mudança de domicílio eleitoral do deputado estadual Daniel Goulart, que até há pouco mal tinha andado por uma rua da cidade? Por quê?

Pode-se argumentar que o PR vive um nó político, pelo desejo de aproximação de Mabel com Iris, ao mesmo tempo em que o PMDB prepara a candidatura do ex-senador Maguito Vilela contra José Macedo, porém o nó é mais um fator a alimentar as especulações que distanciam o PR do PSDB do que o contrário. Assim como a reaproximação do DEM de Ronaldo Caiado e do senador Demóstenes Torres com a base aliada mais se firma no distanciamento dos tucanos, porque fundada na boa relação com Alcides, do que o contrário.

Caiado sonha em governar Goiás. Demóstenes quer a reeleição. E com outra coisa não sonha o PR, que, lembremos, tem o vice, que pode em tese assumir o governo nos últimos nove meses e tentar a reeleição, a exemplo de Alcides no ano passado. Sonho por sonho, o PP já deixou claro que quer se manter no poder - eleger o sucessor de Alcides, e/ou Alcides senador, e quantos deputados for possível (, e prevalece a avaliação interna de que isso só se dará com o PSDB de coadjuvante, jamais na cabeça de uma chapa. Outro governo tucano com o PP de estepe? Fale isso para o pepista. Veja a reação.

As pretensões do PTB são menores. O seu presidente, o deputado federal Jovair Arantes, diz que quer a Prefeitura de Goiânia. Entretanto faz pouco para consegui-la. E de que lado ficaria Jovair em caso de choque entre PP e PSDB? A forte ligação dele com Marconi talvez seja a resposta. Ou já foi maior esta ligação? Que se diga que o PTB é uma das opções tidas como preferenciais do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para uma possível disputa dele pelo governo estadual em 2010. Sim, o PTB, o PR, o PMDB...

Fator agregador

Eis aí: Meirelles é hoje o maior fator possível de aglutinação política em Goiás. O que Iris não é, e Marconi menos ainda. Meirelles está sem partido. Pode escolher à  vontade. Dos maiores, todos o aceitam, quando não o desejam ansiosamente, como os supracitados. E que entre na relação dos desejosos o PP. Longe de ter sido fato ou ato isolado de política de boa vizinhança, no primeiro semestre Meirelles foi um dos comensais de Alcides no Palácio das Esmeraldas, em um jantar que rendeu ajuda providencial do presidente do BC ao logo depois confirmado secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, naturalmente presente à  mesa.

Partidos menores, que gravitam em torno do poder ou de legendas consideradas mães, igualmente sonham, igualmente planejam e igualmente estão aptos a acordos que atendam aos seus interesses. O PSB espera por Meirelles, mais para apoiar, porque Meirelles é um dos apoiadores informais de seu presidente, Barbosa Neto, que, por ora, é auxiliar de primeiro escalão do governo Alcides.

O PPS é poder. Tem sido assim. E está bem estabelecido com sua presidente, Linda Monteiro, à  frente de uma agência do Estado. Barbosa e Linda são outros que não admitem em público, mas que nos bastidores revelam guardar más lembranças da convivência política com Marconi. E com Iris, é certo, eles que foram tão ligados ao prefeito antes de romper e se entender com o então oposto político.

E o que poderia ser uma alternativa a tudo e a todos, está mais longe disso: o PT tem projeto de poder para o ano que vem, em Goiânia, e para o governo, em 2010; tem também a recorrente lembrança de que já governou a capital goiana duas vezes, com Darci Accorsi e Pedro Wilson. Só não tem nome. Darci, sem mandato, está em outra... legenda. Pedro Wilson, eleito deputado federal, está recolhido a projetos maiores, como salvar o mundo na árdua defesa do meio ambiente. O PT, que já foi alternativa de aliança para o PSDB em Goiás, é hoje adversário. Conversa com o PMDB, que tanto combateu no passado, e até com o PP, um partido convicto de direita. O PT não é mais aquele. O PT precisa primeiro se reencontrar.

Eis um esboço da nova ordem das alianças desenhadas no Estado. O jogo nunca esteve tão aberto, com campo tão livre para todos os times. Eis, pois, uma explicação razoável para a falta de oposição no Estado. Opor-se a quem se todos podem ser aliados, se é que já não são?

O que virá

Para re-unir a base aliada, só outra abstinência de poder, como a que resultou nas vitórias precursoras de 96 e 98; só outra confluência vital de interesses que fosse dar em um novo 'Marconi'. Um "novo", que inspirasse verdadeiramente um tempo novo - ainda que este se cumprisse unicamente no governo das palavras.

Nesta nova ordem é inegável, porém, que este Marconi terá participação destacada, a seu modo. Terá a experiência de dois mandatos como governador, um exército considerável de seguidores e um rosto e um nome conhecidos em todos os 246 municípios do Estado. Capital político invejável. Justo por isso ele tanto atraia quanto desagregue. Tanto inspire amor quanto resistência. Nesta nova ordem, ignorar a força potencial de Marconi Perillo será um erro fatal para quem quer que seja, assim como o papel de um Iris maduro para ser candidato ou líder em ação.

Irreversível o fim do chamado Tempo Novo. Irreversível a possibilidade de reestruturação do PMDB em um bloco coeso em 2010 (voltando ao tempo de temível máquina de campanha, como não conseguiu ser com Maguito Vilela candidato ao governo em 2002 e 2006). Irreversível a nova ordem. O que não quer dizer que não veremos nova polarização de poder no Estado. Mais certo é que se volte a ter duas forças opostas. Que forças serão estas, como elas estarão formadas, é que são elas. É isto que se vê em formação. E que definirá o destino de Goiás.

Para registro: as mudanças propostas por Alcides, ruins para Marconi, não deixam de ser boas para Iris, em pleno vigor da inauguração de obras. Ele está fortalecido no discurso contra o ´Tempo Novo` que o sucedeu. Este tempo, depois da ajuda alcidista, ele poderá muito bem definir como um tempo fracassado, ou, no mínimo, desastrado. Discurso na ponta da língua. Por fim: as mudanças mostram Alcides preocupado consigo, com o seu legado. Não há defesa de projeto político difuso, e sim a edificação de uma herança própria como governador. Alcides escreve a sua história.

Postado por Vassil Oliveira às 15:19 de 15/11/07.
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16/11/07 - Sexta-feira

Revista Bula. Precisa dizer mais? Então leia!

A Revista Bula é leitura prazerosa e deve constar de qualquer indicação.

O link direto está aí ao lado (e não sai de lá mais) e aqui. Obra de artistas, com Tainá Corrêa (Editora Geral) e Carlos Willian Leite (Editor de Conteúdo) à  frente.

Fico sem saber o que recomendar primeiro. Seria o texto do Valdivino Braz? Ou o do Chico Perna? A entrevista com o escritor João Antônio, que antes eu não tinha lido e que, agora, sim, li toda (Está lá: "A minha formação foi uma formação realmente rueira. Eu sempre tive certa alergia consciente pelos saberes da classe média.")

Bem, por excesso de boas coisas, fica tudo recomendado, inclusive, sem dúvida nenhuma, naturalmente, como não?, os comentários postados, prosa sem fim. Aaah, estes...

Postado por Vassil Oliveira às 14:47 de 16/11/07.
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25/11/07 - Domingo

Os cabos eleitorais para 2008

Quem será melhor cabo eleitoral em Goiás: o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), o governador Alcides Rodrigues (PP), o senador Marconi Perillo (PSDB), a senadora Lúcia Vânia (PSDB), o senador Demóstenes Torres (DEM), o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles? O mais à  vontade talvez seja Marconi Perillo, sem qualquer amarra e motivado a reconquistar poder.

Este o comentário da manhã do dia 16.11.07 na Rádio 730:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=verarquivo&id=248

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Postado por Vassil Oliveira às 14:15 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

A demora na reforma do governo

Ao jornal O Popular (para assinantes), edição deste domingo, 18.11.07, o secretário Jorcelino Braga admite recuo na reforma anunciada (no caso, mantendo a Fapeg, fundação de amparo à  pesquisa do Estado. A reportagem fala também em pressa dos aliados governistas em ver a reforma concluída. De fato, agilizar significa menos pressão. Por outro lado, a palavra "recuo" soa forte, e se houver de fato recuo, outros serão cobrados.

Outra reportagem, esta da Tribuna do Planalto (acesso livre) também deste domingo, destaca: o articulador do governo é o próprio governador (AQUI). Caberá a ele, no caso, dar o tom que falta à  reforma: o tom político.

Afinal, a reforma pode até ter concepção técnica, mas a execução é inevitavelmente política.

Este o comentário da manhã do dia 19.11.07 na Rádio 730:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=verarquivo&id=249

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Postado por Vassil Oliveira às 14:25 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

Falta ação política à reforma

O deputado federal Ronaldo Caiado elogiou em entrevista à  Rádio 730 a reforma anunciada pelo governo estadual, mas cobrou: é preciso pressa na conclusão dela. Caiado também ponderou: há falha na defesa e na divulgação da reforma. Em outras palavras, falta ação política do governo para explicar e detalhar as medidas anunciadas. Enquanto isso, fica sozinho na "briga" pela defesa da reforma o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga. Justamente o que tem ponderado este blog e os comentários sobre a reforma feitos na própria rádio.

A seguir, o comentário feita na rádio na tarde do dia 19.11.07:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=verarquivo&id=250

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Postado por Vassil Oliveira às 14:33 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

PT e Iris: acordo de cima para baixo, não!

No PT, ganha destaque uma avaliação sobre o possível acordo entre o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), e o PT para a sucessão na capital goiana no ano que vem: Iris não pode forçar um acordo de cima (amarrando o apoio de Lula) para baixo esperando que vai ter os petistas engajados em sua campanha pela reeleição. Pode ter uma cúpula desestimulada e uma militância calada.

O que falta? Falta diálogo com os petistas na base.

A seguir, o comentário feito na manhã do dia 20.11.07:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=verarquivo&id=251 

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Postado por Vassil Oliveira às 14:39 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

Os adversários de Valdivino de Oliveira

O vice-prefeito de Goiânia, Valdivino de Oliveira (PMDB), diz que é o vice ideal, mas aponta que decisão final de mantê-lo ou não como vice na chapa da reeleição do ano que vem será do prefeito Iris Rezende (PMDB).

Valdivino sabe que tem pelo dois "adversários" pela frente na disputa para ser o vice (que poderá assumir, caso Iris de fato saia em 2010 para ser candidato ao governo do Estado): o PT e o presidente do PR, Sandro Mabel.

A seguir, o comentário feito na tarde do dia 20.11.07:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=listaarquivo

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Postado por Vassil Oliveira às 14:45 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

Diálogo incerto

O deputado federal Roberto Balestra, secretário e articulador político do governo Alcides Rodrigues, ambos do PP, e o deputado federal Leonardo Vilela, presidente regional do PSDB, se encontram para falar de relacionamento entre governo e tucanos e articulação política para 2008.

A seguir, comentário sobre o assunto feito na manhã do dia 21.11.07:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=verarquivo&id=253 

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Postado por Vassil Oliveira às 14:49 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

Valin, o articulador?

Falta articulador político ao governo. A avaliação não é nova. Pois hoje o líder do governo na Assembléia Legislativa, o tucano Helder Valin, se apresenta como tal, em entrevista ao jornal Diário da Manhã (AQUI). Valim dá declarações pontuais, cirúrgicas, se apresentando para ser o elo entre o governo e os deputados.

A seguir, comentário sobre o assunto feito na tarde do dia 21.11.07:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=verarquivo&id=254

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Postado por Vassil Oliveira às 14:58 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

Alcides, enfim, fala

Ontem o governador Alcides Rodrigues (PP) negou recuos na reforma política anunciada pelo governo.

Enfim, o governador dá declaração política sobre a reforma, justo o que faltava, como vem acentuando este blog.

A seguir, comentário sobre o assunto feito na manhã do dia 22.11.07:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=verarquivo&id=256 

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Postado por Vassil Oliveira às 15:01 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

PMDB está desestruturado. Assim, perde

O PMDB tem chances reais e voltar ao poder em 2010, mas está longe da estruturação necessária para isso. Falta planejamento ao partido, e, principalmente, falta um líder. Por ora, a dependência em relação ao prefeito de Goiânia, Iris Rezende, é total. Mas, e se Iris perder?

A seguir, comentário sobre o assunto feito na manhã do dia 23.11.07:

http://www.radio730.com.br/index.php?ver=verarquivo&id=257

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Postado por Vassil Oliveira às 15:05 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

Anote aí

Este blog carece de melhor estrutura, como os eventuais leitores já devem ter notado. Isso será corrigido em breve. Logo o leitor terá novidades.

Também serão corrigidos problemas de link e de qualidade de som em relação aos comentários à  Rádio 730. Para isso, contarei com a ajuda do amigo e agora colaborador Marcley Matos. E quem conhece Marcley sabe que ele não brinca em serviço. Marcley é programado para trabalhar!

Postado por Vassil Oliveira às 15:24 de 25/11/07.
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25/11/07 - Domingo

Cargos e mais cargos

Está na coluna Linha Direta, da Tribuna do Planalto, assinada pelo jornalista Filemon Pereira, sob o título 'Há muitos no Estado ganhando até R$ 30 mil por mês':

O secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, tem falado bastante nas últimas semanas, em comparação ao longo período de silêncio desde sua posse. Ele sabe o que fala. Em silêncio, Braga reuniu documentos para comprovar cada declaração que dá e cada número que cita. Nada há de aleatório. Mesmo quando ele, estrategicamente, não entra em detalhes. À Linha Direta, na semana passada, por exemplo, deu mais uma informação que, por um lado, mostra como o Estado chegou ao fundo do poço, e, por outro, o tamanho da munição que reuniu e que guarda a sete chaves. Segundo ele, "há muitas pessoas no Estado ganhando até R$ 30 mil por mês". Sim, 'módigos' R$ 30 mil. Nomes? Estão com ele, todos anotados na ponta do lápis, para serem, ou não, divulgados, dependendo... bem, dá pra imaginar. Braga contou também à  coluna que sobrenomes conhecidos povoam órgãos do governo como se os cargos públicos nada mais fossem que uma propriedade privada destinada a ser rateada para engordar providenciais rendimentos familiares. É essa farra, garante Braga, que vai acabar. E, claro, não vai acabar em silêncio - ao que parece, de nenhuma das partes.

Os nomes dos bem assalariados e das famílias bem aquinhoadas é que são elas...

Volto a este post para observar que este assunto foi o tema do comentário de segunda-feira, 26.11.07. Segue o link:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=259

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Postado por Vassil Oliveira às 15:28 de 25/11/07.
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29/11/07 - Quinta-feira

Sandes candidato. De novo

Sandes Júnior é, desde a noite de segunda-feira (26.11.07), pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PP. De novo, porque na eleição passada ele disputou pela base aliada, que de aliada não teve nada, e perdeu para Iris Rezende (PMDB).

Ocorre que, para Sandes, não basta ser definido como candidato oficial. Primeiro ele terá de convencer o seu partido, o PP, de que é candidato pra valer, e não para negociar. Sandes, claro sonha com a candidatura, mas isso é pouco.

Por exemplo: por que o governador Alcides Rodrigues (PP) não foi ao evento que o oficializou como candidato do partido? Para não melindrar a base? É uma boa desculpa, mas o fato é que ele não foi.

Eis o assunto do comentário de terça-feira na Rádio 730, 27.11.07. Ouça:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=260

Na mesma manhã Sandes foi entrevistado no programa Cá Entra Nós, da Rádio 730. Para ouvir:

http://www.radio730.com.br/?ver=vernoticia&id=2608

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Postado por Vassil Oliveira às 06:25 de 29/11/07.
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29/11/07 - Quinta-feira

Marconi: falando pouco, mas em ação

O senador Marconi Perillo (PSDB) adota a estratégia de falar pouco, mas age bastante. O objetivo parece claro: (re)construir (ou recompor) sua imagem depois dos desgastes do início do ano dentro da base aliada, e depois do anúncio da reforma do Estado que deixa evidente que houve descontrole durante seus dois governos.

Ouça o comentário feito na tarde de terça-feira, 27.11.07, no Jornal 730:

http://www.radio730.com.br/?ver=verarquivo&id=261

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Postado por Vassil Oliveira às 06:26 de 29/11/07.
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29/11/07 - Quinta-feira

Leréia propõe renúncia de Leonardo

Reportagem do jornal Diário do Norte (veja na lista ao lado, de links recomendados pelo blog) mostra como anda a guerra entre os deputados federais tucanos Carlos Alberto Leréia e Leonardo Vilela. Tudo começou na eleição dirigida (pelo senador Marconi Perillo) de Leonardo para a presidência do PSDB goiano. O processo foi muito criticado, especialmente por Leréia, considerado marconista de carteirinha. De lá para cá, Leréia não tem deixado Leonardo em paz. A seguir, a reportagem, assinada pelo jornalista João Carvalho. AQUI, link para a página do jornal na internet:

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Leonardo sob fogo cruzado

Apesar de considerar que renúncia é uma questão de fórum íntimo, o deputado Carlos Alberto Leréia não poupa o seu colega de partido e diz que Leonardo Vilela 'deveria ligar o desconfiômetro e bater em retirada' da presidência regional do PSDB.

Leonardo foi escolhido recentemente para presidir o Diretório Regional do PSDB sob ataques e protestos de vários parlamentares, a exemplo de Leréia e da senadora Lúcia Vânia, que criticam a forma como ele foi escolhido e como o próprio Leonardo teria montado a chapa para comandar o diretório, na sucessão a Antônio Faleiros.

Apesar de várias tentativas para tentar apaziguar os ânimos, Leonardo continua sendo alvo dos parlamentares, à  exceção do senador Marconi Perillo, responsável por sua indicação para ocupar a presidência diretório.

Em contato com a reportagem do Diário do Norte, durante lançamento do VI TeNPo, no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, Leréia disse que hoje o PSDB tem um presidente fraco e que não consegue explicar questionamentos feitos contra ele. A declaração foi a resposta para questionamento sobre a sua ausência na primeira reunião da executiva do PSDB de Goiás após as eleições do diretório.

"Acho o Leonardo um presidente fraco. Um presidente que já foi questionado e até hoje não deu uma resposta convincente a respeito daquela verba que foi utilizada por uma OnG de Brasília. Ele foi questionado não por mim, mas pela Folha de S. Paulo e Correio Brasilienze. Teve citação até em delegacia de polícia. E até hoje ele não esclareceu", informou o deputado.

O questionamento citado por Leréia é sobre a citação do deputado Leonardo em escândalo que apura o uso de notas fiscais frias no pagamento de despesas com a verba de gabinete. O processo se encontra sob investigação pela Polícia Civil de Brasília. Segundo uma ONG da capital federal, o deputado tucano teria utilizado nota fiscal de serviço que provavelmente não foi realizado. "Eu esperava que ele mostrasse documentações que convencessem da sua inocência, mas ele não mostou nada", atacou Leréia.

Postado por Vassil Oliveira às 06:37 de 29/11/07.
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30/11/07 - Sexta-feira

Pesquisa em Goiânia

Daqui a pouco, às 16h, no Jornal 730, da Rádio 730, tem pesquisa de intenção de voto em Goiânia realizada pelo instituto Grupom.

A pesquisa traz um grande painel sobre o jogo e os jogadores, ou seja, sobre o cenário da eleição e sobre os pré-candidatos à  prefeitura.

Não dá pra perder.

Postado por Vassil Oliveira às 04:30 de 30/11/07.
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